SPYR11

B-INDEX ETF S&P 500 BRL (SPYR11)

Sobre o Fundo

O SPYR11 oferece acesso às 500 maiores empresas dos Estados Unidos em um único investimento, replicando o índice S&P 500 Futures Quanto USD-BRL Currency Adjusted, com proteção cambial.
Negociado na B3, o SPYR11 é destinado ao investidor geral e pode ser adquirido como uma ação no mercado secundário ou via agentes autorizados no mercado primário.

Vantagens

Acesso as 500 maiores empresas dos Estados Unidos, em um único investimento.

O SPYR11 acompanha o índice S&P 500 Futures Quanto USD-BRL Currency Adjusted Index (BRL), possibilitando aos investidores acesso ao principal índice do mercado acionário americano com proteção cambial.

Dados Gerais do Fundo

Taxa de Administração (+) 0,008% a.a.
Taxa de Gestão (+) 0,192% a.a.
Taxa de Distribução (+) Não há
Taxa do Produto (=) 0,200% a.a. ¹
Taxa de Performance Não há ²
Aplicação Inicial Cotação de mercado B3
Aplicação Adicional Cotação de mercado B3
Valor Mínimo de Permanência Cotação de mercado B3
Horário de movimentação Pregão B3 (10 às 17h)
Conversão da Aplicação D+0 (preço de mercado)
Conversão do Resgate D+0 (preço de mercado)
Liquidação do Resgate D+2 (úteis após solicitação)
CNPJ 63.823.417/0001-74
Responsabilidade Limitada
Regime de Tributação Renda Variável
Classificação Anbima ETF - Renda Variável
Data de Início 14/01/2026

Perguntas Frequentes

Um ETF (Exchange Traded Fund) é um fundo de investimento negociado na Bolsa de Valores que busca replicar a performance de um índice de referência, como o Ibovespa. Ele permite investir em diversos ativos de uma só vez, de forma simples e diversificada.

O ETF é um fundo de investimento, mas suas cotas são negociadas como ações na bolsa. Isso significa que você pode comprar e vender ETFs durante o pregão, com a mesma facilidade que negocia ações.

Os ativos do ETF são definidos pela gestora, que replica a metodologia definida pelo índice de referência, respeitando critérios como as suas regras, o cenário atual e o potencial de retorno.

ETFs (Exchange Traded Funds)

  • Fundos negociados em bolsa, com cotas compradas e vendidas no mercado secundário
  • Predominantemente passivos
  • Estrutura que tende a ter custos mais eficientes
  • Isentos de come‑cotas
  • Liquidez determinada pelo mercado e pelos formadores de mercado

Fundos tradicionais

  • Fundos aplicados e resgatados por meio dos canais de distribuição
  • Podem adotar gestão ativa ou passiva
  • Estrutura de custos varia conforme a estratégia
  • Podem estar sujeitos ao come‑cotas, conforme o tipo do fundo
  • Liquidez definida pelas regras do regulamento e prazos de cotização

Você compra e acompanha um ETF pela Bolsa, usando:

  • Corretora ou banco de investimentos;
  • Home broker ou app;
  • O mesmo processo de compra de ações.

Não há valor mínimo além do preço da cota.

Sim. O ETF tem liquidez diária e pode ser vendido a qualquer momento durante o pregão, pelo preço de mercado

A maioria dos ETFs no Brasil reinveste os dividendos recebidos, aumentando o valor da cota. Alguns ETFs internacionais podem distribuir dividendos, dependendo da política do fundo. Essa informação sempre consta no regulamento.

Os principais custos são:

  • Taxa de administração (geralmente mais baixa);
  • Corretagem (dependendo da instituição);
  • Emolumentos da Bolsa.

Não há taxa de performance nem taxa de entrada/saída.

Depende do tipo de ETF:

  • ETF de ações: 15% de IR sobre ganho de capital (sem isenção de R$ 20 mil);
  • ETF de renda fixa: tributação regressiva, como fundos de renda fixa.

O imposto incide somente na venda com lucro.

Não. Diferentemente de fundos tradicionais, ETFs não sofrem come-cotas, o que pode favorecer o efeito de juros compostos no longo prazo.

Não necessariamente. Eles podem ser usados:

  • Para longo prazo (formação de patrimônio);
  • Para alocação estratégica;
  • Para ajustes táticos de carteira.

Ele busca acompanhar o índice, mas pode haver pequenas diferenças, chamadas de tracking error, causadas por:

  • Custos;
  • Liquidez;
  • Ajustes operacionais.

Sim. É possível montar uma carteira diversificada usando ETFs de diferentes classes de ativos, como ações, renda fixa e internacional.

Considere pontos importantes, como:

  • Índice de referência;
  • Taxa de administração;
  • Liquidez;
  • Objetivo do investimento;
  • Horizonte de tempo.

O valor mínimo é o preço de uma cota, que pode variar de alguns reais a centenas, dependendo do ETF.

ETFs são regulados pela CVM e oferecem diversificação, mas ainda estão sujeitos às oscilações do mercado. Avalie seu perfil de risco antes de investir.

ETFs de ações replicam índices de ações, enquanto ETFs de renda fixa seguem índices de títulos públicos ou privados. Cada um tem riscos e retornos diferentes.

Sim. Existem ETFs listados na B3 que replicam índices internacionais, como S&P 500 e Nasdaq.

Informe as cotas na ficha de “Bens e Direitos” e os ganhos na ficha de “Renda Variável”. É necessário calcular e pagar o IR sobre lucros mensais.

Não. ETFs não são cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos, pois são investimentos de renda variável.

ETFs passivos replicam índices, enquanto ETFs ativos buscam superar um benchmark, com maior liberdade na escolha dos ativos.